“There are supermodels – and there is Gisele Bündchen” diz “The Independent”

12maio09

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Foi com essa frase que o jornal “The Independent” começou o perfil sobre a übermodel Gisele Bündchen, em matéria dessa terça-feira. Aqui, direto do site do “The Independent”.

Do G1:

Jornal britânico vê Gisele como ‘a maior estrela da história da moda’

Em perfil de quatro páginas, ‘The Independent’ diz que modelo brasileira é ‘o rosto de uma geração’.

Da BBC

O diário britânico The Independent dedica quatro páginas de sua edição desta terça-feira a um grande perfil de Gisele Bündchen, classificada como “a maior estrela da história da moda”.

Intitulado “O rosto de uma geração”, o artigo sobre a modelo brasileira diz que “ela é conhecida na indústria da moda por ser encantadora, entusiasmada e profissional”.

“Há supermodelos – e há Gisele Bündchen”, diz o jornal.

O artigo comenta que a revista Forbes recentemente estimou a fortuna pessoal de Gisele em US$ 150 milhões e que os US$ 35 milhões recebidos por ela em 2007 a tornaram a 16ª mulher mais rica do mundo do entretenimento e a modelo mais bem paga de toda a história, segundo o Livro Guiness dos Recordes.

O texto do Independent diz que ela é conhecida como “the Boobs from Brazil” (os seios do Brasil) e que fez parte de uma leva de modelos sul-americanas, especialmente brasileiras, a ganhar o mundo da moda nos anos 1990.

“Ao lado de um monte de contemporâneas sul-americanas, todas igualmente com peles perfeitas, cabelos brilhantes e curvas sedutoras, somente Bündchen permaneceu em evidência por tanto tempo”, diz o jornal.

Carreira longa

O texto diz que em uma carreira que já dura 14 anos – “impressionantemente longa para os padrões das modelos” – ela já foi garota-propaganda de 20 marcas internacionais e apareceu na capa de mais de 500 revistas, marca somente superada pela princesa Diana.

Para o jornal, a longevidade da carreira da brasileira de 28 anos “se deve parcialmente às decisões cuidadosas e lucrativas que ela tem feito, mas também a algo inexplicável: seu ‘look’ (aparência, em tradução livre)”.

Segundo o Independent, a capacidade de Gisele para gerar dinheiro “não passou em branco fora do mundo da moda”, levando o economista americano Fred Fuld a criar no início de 2007 um “índice de ações Gisele Bündchen”, que reúne as companhias que empregam a modelo.

“Ao final de 2007, o índice Gisele havia subido 29%, em comparação com a alta de 6,5% do índice Dow Jones (da Bolsa de Nova York)”, comenta o jornal, que observa ainda que o preço das ações da companhia dona da Victoria’s Secret caiu 31,5% depois que a modelo terminou seu contrato com a marca de lingerie

“Apesar de o índice Gisele estar hoje 15,7% abaixo do nível de janeiro de 2007, ainda assim supera o Dow Jones, que caiu mais de 30% no período”, afirma o Independent.



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